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Lancem as redes: cartão de Páscoa 2021

Recordemos da esperança que esta data nos traz

Por Gustavo Marchetti, primeiro vice-presidente da Aliança Bíblica Universitária do Brasil

Como os discípulos à beira do mar de Tiberíades (João 21:1-14), nos encontramos enlutados e cansados. A madrugada escura pela qual temos passado é de causar perplexidade, mas não desanimemos. Pois, desde a ressurreição, vivemos no alvorecer do novo dia, e “nada será como antes... amanhã”. Temos esperança.

Recordemos que nossas vidas tão frágeis e ameaçadas não podem ser reduzidas à banalidade, mas compreendidas na grandiosa narrativa do amor divino por sua criação. Somos testemunhas, não da tragédia humana, mas de um amor perene.

"Lancem as redes" (novamente). Que mensagem poderosa para aqueles dentre nós que estão vivendo no limite de suas forças enquanto lutam na linha de frente desta pandemia. Nossas redes não se rasgarão.

Por isso, amem, intercedam uns pelos outros, incluam outras famílias em seu planejamento financeiro, liguem suas câmeras e cantem, pintem, dancem, criem, pesquisem, instruam, proclamem o senhorio de Cristo sobre todas as coisas, lutem por justiça incansavelmente, abram suas bocas em favor dos miseráveis esquecidos desta nação, chorem com os que choram, se alegrem com os que se alegram, pois no Senhor, nenhum trabalho é vão.

Exultemos. É Páscoa.

 

”Depois disso Jesus apareceu novamente aos seus discípulos, à margem do mar de Tiberíades. Foi assim: Estavam juntos Simão Pedro; Tomé, chamado Dídimo; Natanael, de Caná da Galileia; os filhos de Zebedeu; e dois outros discípulos. ‘Vou pescar’, disse-lhes Simão Pedro. E eles disseram: “Nós vamos com você”. Eles foram e entraram no barco, mas naquela noite não pegaram nada.

“Ao amanhecer, Jesus estava na praia, mas os discípulos não o reconheceram.

“Ele lhes perguntou: ‘Filhos, vocês têm algo para comer?’

“Eles responderam que não.

“Ele disse: ‘Lancem a rede do lado direito do barco e vocês encontrarão’. Eles a lançaram e não conseguiam recolher a rede, tal era a quantidade de peixes.

“O discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: ‘É o Senhor!’ Simão Pedro, ouvindo-o dizer isso, vestiu a capa, pois a havia tirado, e lançou-se ao mar. Os outros discípulos vieram no barco, arrastando a rede cheia de peixes, pois estavam apenas a cerca de noventa metros da praia. Quando desembarcaram, viram ali uma fogueira, peixe sobre brasas e um pouco de pão.

“Disse-lhes Jesus: ‘Tragam alguns dos peixes que acabaram de pescar’.

“Simão Pedro entrou no barco e arrastou a rede para a praia. Ela estava cheia: tinha cento e cinquenta e três grandes peixes. Embora houvesse tantos peixes, a rede não se rompeu. Jesus lhes disse: ‘Venham comer’. Nenhum dos discípulos tinha coragem de lhe perguntar: ‘Quem és tu?’ Sabiam que era o Senhor. Jesus aproximou-se, tomou o pão e o deu a eles, fazendo o mesmo com o peixe. Esta foi a terceira vez que Jesus apareceu aos seus discípulos, depois que ressuscitou dos mortos.” - João 21:1-14 (NVI)

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