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Uma vez abeuense, sempre abeuense!

Abuenses formados se reúnem para unir gerações que já terminaram a faculdade

Texto de Jéssica Grant

Os participantes do Congresso Nacional que já são formados se reuniram durante o jantar do dia 14 de julho para conversar sobre a Rede ABUB, uma proposta de unir gerações que não estão mais na faculdade. O secretário geral do movimento, Reinaldo Percinoto Jr., abriu a noite mencionando o quanto aquele momento era esperado. Ele explicou que o projeto é uma experiência sinergética junto a Editora Ultimato. “O lema que queremos levar é 'Uma vez ABUenses, sempre ABUenses'.”

Bruno Barreto explicou sobre a proposta de formação da Rede ABUB e lembrou que não querem mais falar de “ex”-ABUenses. “Ninguém gosta muito de ser ex, né?”, brincou explicando que o termo remete ao que está fora e a nossa Aliança não deve deixar o coração de ninguém. “A idéia é manter a sinergia e conexão com o movimento". Depois, mencionou que esta Rede deve ser construída junto com os participantes, ao ouvir as idéias e histórias destes, que podem recompor a memória dentro da rede, bem como inspirar os atuais estudantes.

Klênia Fassoni, participante da ABU na década de 1980, quando cursou biologia na Universidade Fedaral de Viçosa,  e atual diretora administrativa da Editora Ultimado explicou de onde surgiu a idéia da Rede. Baseada em seu próprio caminho ABUense, ela falou sobre a importância do movimento de Viçosa em sua vida. “Percebi o quanto a ABU foi importante, fazer parte do grupo ajudou a amadurecer a minha fé. Daí eu reconheci que a ABU ainda é importante”, afirmou.  Klênia  também acredita que a revista Ultimato, publicação principal da editora, também é ligada à ABUB, seja pelo histórico de seus principais articulistas, seja pela origem da maioria de seus leitores. Outro fator que levou Klênia a pensar na Rede foi que 2009 foi o ano da juventude para a revista Ultimato e ela está procurando atrair este público e criar uma troca entre gerações.

Os primeiros passos dados para a Rede ABUB foram e-mails, cartas convocatórias e convites para os ABUenses formados participarem do CN e enviarem informações já iniciando um banco de dados. Bruno Barreto mencionou que o retorno foi surpreendente. “A gente quer ter um registro destas histórias para que as futuras gerações aprendam com o que vocês viveram”, comentou, explicando que uma das propostas é formar uma rede social.

Aberta a discussão para o público, foram tiradas algumas dúvidas e levantadas algumas idéias. Explicou-se, por exemplo, que a rede pode ajudar e visa envolver todos os ABPenses, mas que o objetivo dela é mais informal. Alexandre Brasil lembrou do encontro da ABP em 2002 onde sugeriram dividir o movimento pelas áreas de atuação. A idéia não foi acatada, mas dela saiu um grupo de professores associados. Esta divisão por área de atuação foi um entre os fatores sugeridos para a Rede ABUB. Klênia também perguntou quem se interessava e já foi formado o embrião de um grupo de trabalho.

Para a recém-formada Natália Verly, 22, o grupo “é uma oportunidade boa para gerar informação profissional e conectar, além de fortalecer a ABP”. “Com a Rede, acho que se consegue encontrar as pessoas que esfriaram talvez por terem ficado tão distantes.” Quem se interessar por saber mais e, como ABUense formado, desejar participar da rede, pode escrever para redeabub@abub.org.br.

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