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Mais um assessor para Minas Gerais!

Heitor Barboza começou a trabalhar em setembro

O mês de setembro foi o início da história que Heitor Barboza escreverá nos próximos anos: ele começou a trabalhar como assessor regional da Aliança Bíblica Universitária do Brasil (ABUB) em Minas Gerais. O carioca participou do grupo local em Sorocaba (SP) quando estudava na UNESP, onde se formou em 2016. No mesmo ano, inscreveu-se no edital que buscava mais um obreiro para Minas Gerais, onde já trabalha Karen Aquino.

Sua escolha foi anunciada no Conselho Diretor de janeiro deste ano, e o engenheiro ambiental mobiliza recursos para seu sustento desde então. Após conseguir 55%, ele iniciou seu trabalho em meio-período em setembro. E assim que conseguir os 45% que lhe faltam, Heitor deve trabalhar em tempo integral.

Nos próximos meses, ele espera conhecer melhor a região e se relacionar mais com os estudantes e diretores. Heitor também planeja sua mudança para a capital Belo Horizonte – e precisa de orações pela adaptação à nova cidade. Quem quiser interceder por ele, o carioca também pede que orem para que possa compreender seu espaço de atuação na região. “Será necessário muita sabedoria e orientação de Deus para entender o que priorizar e como agir”, compartilha.

Conheça abaixo um pouco mais do chamado de Heitor.

O que te impulsionou a querer trabalhar na missão como obreiro?

Durante o tempo em que servi a ABUB como estudante, sempre fui convidado a pensar a minha vocação. Passei por diversos espaços no movimento, entre liderança, serviço e evangelismo, e fui cada vez mais reconhecendo como meus dons poderiam contribuir para o Reino. Encontrei na ABUB um espaço de serviço muito compatível com minha visão missionária, bem como minhas aptidões. Ao longo do tempo, fui enxergando a assessoria como um ministério que se aproximava muito dessas aptidões.

Quando o edital para obreiro em Minas Gerais foi aberto, eu já estava me preparando para me inscrever. Vi em Minas Gerais, uma região muito bem organizada, com um alto número de grupos e uma série de demandas. Mas principalmente uma possibilidade de trabalho muito mais pastoral que pioneiro, como seria o caráter de trabalho em algumas outras regiões.

Como você tem colaborado com a missão na região de Minas Gerais e como isso te encorajou?

Tive oportunidade de participar de três eventos: o Conselho Regional em Viçosa, em abril; o Encontro de Diretoria Regional e Assessores em Belo Horizonte, em junho; e o Curso de Férias em Santa Rita do Sapucaí, em julho (foto). Além destes eventos, tenho também participado das reuniões semanais com diretoria regional. Algo que me encoraja é o quanto a região está alegre em receber um novo obreiro. Por ser uma região tão grande e cheia de demandas, a vontade de ter mais um obreiro já existe há alguns anos. Desta forma, minha chegada é vista como resposta de muitas orações.

Ao mesmo tempo, lidar com os estudantes de maneira mais próxima me encoraja diante dos desafios. Estes espaços me levam a enxergar o trabalho de maneira muito mais real e próxima e é através destes espaços que eu consigo desempenhar minha vocação. Outro fator que me encoraja no trabalho é a presença da Karen [Aquino, também obreira da região]. É imprescindível contar com a experiência dela. Ela tem ajudado a tornar a minha entrada o mais natural possível, bem como me ajudado a compreender o meu espaço de atuação.

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