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Cultura, gratidão e comunhão

Manifestações culturais e a alegria em servir

Junho é um mês de muitas manifestações culturais no Nordeste, através da tradição da comida de milho, da família e amigos reunidos em volta da fogueira em gratidão aos céus pela chuva e colheita. E alguns grupos locais decidiram festejar esse tempo promovendo um momento de comunhão.

Em Recife (PE) no dia 16 de junho, a Aliança Bíblica Universitária (ABU) e Aliança Bíblica de Profissionais (ABP) se uniram para promover um “arraiá”, que contou com várias comidas típicas, conversas e música boa. Quem dividiu um pouco sobre esse momento foi Lucas Allan, que é da ABU São Luís (MA), mas está passando uma temporada na capital pernambucana: 

“Esse tempo com a galera da ABU e ABP Recife foi incrível. O Arraiá 'das Gerações' foi super divertido, principalmente em ver a integração das gerações de abeueneses se divertindo com comidas típicas de milho, como a canjica, bolos, milho cozido e o tradicional bolo de rolo que não poderia faltar. As músicas e danças também foram divertidas, mas a melhor parte foi a diversão no bingo, no qual pudemos destinar o valor arrecadado para algum estudante que irá ao Curso de Férias (CF) em julho. Foi uma tarde e noite memorável, nas quais pude fazer várias amizades, e conhecer meus irmãos que estão na missão em outros lugares percebendo que passamos pelos mesmos problemas e que devemos orar um pelos outros.”


No mesmo fim de semana, a ABS Salvador realizou um Sarau Junino que além de vivenciar os festejos tradicionais também foi uma oportunidade de compartilhar os talentos artísticos dos estudantes, como nos conta Leon Souza s, assessor da ABS Salvador:

“Nosso sarau, que sarau! Foi ótimo, comidas típicas, brincamos de fogo no paiol para não esquecer a nossa tradição. A música ficou por conta do cantor e compositor Felipe Alisson, da ABU Feira de Santana (BA). Jasmim Matos, poeta e cordelista também nos honrou com sua presença e letra. Beto Infande (UNILAB, campus da Bahia), esteve lá. Ele mora no Brasil e é da Guiné-Bissau onde atua na ABU local [grupo missionário ligado à IFES, assim como a ABUB], então se tornou um encontro da IFES. Brincamos, sorrimos e nos alegramos com nossa cultura e nossa gente. E claro, tudo isso na nossa amada praça da parceira Igreja Batista dos Mares.”

Ainda sobre a vivência desse momentos especial, Rith Almeida, estudante de Ciências Sócias da UFBA, ABU Salvador (BA), acrescentou:

“Saraus são sempre incríveis! Seja pela poesia, pela música, pelos quitutes e lanchinhos, pelos abraços e pelos sorrisos... O sarau junino não foi diferente! Um momento de fraternidade e comunhão, com brincadeiras, onde pude rever amigos, conhecer novos integrantes e acima de tudo, poder estar genuinamente em contato com o ser nordestino através da poesia declamada por Iasmin, pelas canções entoadas por Felipe Alisson, acompanhado por Ícaro Machado. Contamos com presença de abeuenses de outros países, estados e cidades, além de ser muito significativo estarem juntos a ABS, ABU e ABP. Acima de tudo, Deus se fez presente e foi um evento verdadeiramente agradável!”


Na véspera do feriado, dia 23 de junho, a ABU Maceió (AL) promoveu um “Arraiá pra lá de arretado”. Com muita música e a boa comida de milho, o grupo aproveitou o momento para se confraternizar. Larissa Vanessa compartilhou essa experiência do grupo local em vivenciar a cultura e tradição nordestina:

“Tivemos a ideia de tornar do GB [encontro do grupo local] de junho um Arraiá. Foi tudo feito conjuntamente, a decoração levou em sua maior parte coisas que tínhamos em casa, a preparação das comidas também contou com a colaboração coletiva, a música foi tocada por pessoas também do nosso grupo base. Desde a organização tudo teve um toque bem grupal e na hora do Arraiá isso tornou o ambiente mais cativante e confortável. A proposta de fazer um Arraiá em meio as festas juninas, com forró, xote e comida típicas só enfatiza o entendimento de que nós em nossas expressões culturais e regionais, com nossa beleza e singeleza, estaremos dentre a grande multidão heterogênea de povos citados em Apocalipse 7:9, para elevar ao criador de toda pluralidade cultural toda honra e glória. Vivenciamos um momento simples, com nossa cara, em que se sentiu o amor e a amizade que se propagam em momentos de comunhão. Nosso Arraiá teve em sua essência nossa culturalidade nordestina e alagoana, que é coisa boa e coisa boa não tem outro capaz de criar senão o autor de tudo o que é bom e justo.”

Continue orando pelos grupos de ABS, ABU e ABP em Recife, Maceió e Salvador, para que esta alegria em servir possa ser sempre renovada no Senhor da Missão. 

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