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Como foi o Encontro de Mulheres

Relatos sobre o evento da região São Paulo e Mato Grosso do Sul, que ocorreu em Assis nos dias 3 e 4 de junho

“Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus.” Gálatas 3:28

É difícil mencionar a reconciliação que temos com Deus, com a criação e com as pessoas, mas essas palavras do apóstolo exprimem bem os extremos na cosmovisão do mundo e os converge para Cristo, como um.

Veremos a seguir, relatos do encontro que trouxe debates de como podemos e devemos encarar essa reconciliação e os diversos desafios contemporâneos sem perder nossa identidade como mulheres criadas à imagem e semelhança de Deus, para a sua glória.

 

 

Segundo Fabi Pereira, assessora auxiliar, um encontro de mulheres pode ter muitos propósitos e, mesmo em meio a tantas vozes determinando o que é ser mulher hoje, o caminho que nos pareceu melhor foi ouvir a Deus através da oração, estudo da Palavra e comunhão com as irmãs. O encontro reuniu mulheres de cursos, cidades, denominações e opiniões diferentes, mas foi bonito demais ver o quanto nos unimos ao tentar entender o que Deus quer pra nós seja individual ou coletivamente em relação aos desafios contemporâneos da mulher.  Eu e muitas outras meninas ainda saímos de lá com algumas dúvidas, mas com certeza que nossa identidade de mulher está em Cristo e deve ser formada por ele.

"Esse evento foi diferente de qualquer outro evento da Aliança Bíblica Universitária (ABU) - a primeira edição de um encontro que mostrou que a ABU se importa com inquietações que tanto perturbam a mente feminina e por isso, resolveu pensar sobre assunto com as próprias mulheres. Nesse evento pude me lembrar de quem eu sou em Cristo, com Cristo e por Cristo vendo também tudo aquilo que Ele deseja que eu seja com os outros, lembrando sempre de “compartilhar o pão". (...) Para mim esse evento foi muito impactante, sou grata demais a ele." Soane Paz, ABU Marília (SP)

Michelle Corrêa ainda nos diz:

 “E nesse Encontro de mulheres da ABU SP/MS pude notar mulheres que estão questionando esse "ser mulher" que construímos dentro da igreja. Elas estão lendo, estudando, questionando e buscando em Deus o que é o "ser mulher" que ele criou. Agora, você já notou que a maior parte da teologia sobre o "ser mulher" foi feita por homens que nunca foram mulheres em sua vida? Acho que é por isso que eu sempre vi a teologia do "ser mulher" como uma colcha de retalhos misturada com uma cultura mundana... mas estou divagando, voltemos... No Encontro eu vi meninas lendo, estudando, questionando, discordando, construindo, desconstruindo, orando e buscando em Deus suas identidades como mulheres, no coletivo e no individual... Como que somos iguais e tão diferentes umas das outras? (...)

O Ser Supremo do Universo reservou uma característica que antes era apenas presente nele - “ezèr”, e agora será presente nelas. A característica antes exclusiva de Deus será herdada a todas de sua criação (Gn 2:18), elas também serão “ser bem presente”, “ser que é o socorro”, “ser que é companhia”, “ser que vai de encontro ao aflito”, “ser que diz não temas, eu te ajudo”.

Certamente saímos enriquecidas desse fim de semana, reconhecendo um pouco mais de nossa identidade em Cristo e como isso nos faz glorificá-lo e nos ajuda a encarar tantos desafios impostos pela sociedade e por nós mesmas. E lembrar que podemos fazer isso juntas, usando essa característica de “ajudadora idônea” umas com as outras, é simplesmente maravilhoso, pois pudemos cultivar lindas amizades, como disse Thaís Nogueira, no “evento mais amorzinho da ABU”."

Confira o texto de Michelle (Bete) sobre o Encontro na íntegra aqui: https://projetoredomas.wordpress.com/2017/06/21/eu-odeio-coisas-de-mulher/

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